Entenda a importância de aliar competências técnicas e comportamentais

Competências técnicas e comportamentais são duas aptidões que podem nortear a escolha de um candidato a alguma vaga de trabalho. A primeira caracteriza a habilidade para utilizar os recursos existentes, visando conquistar os objetivos indicados para determinada função.

Já a segunda é referente às características pessoais equiparadas aos requisitos do cargo. Todavia, as pessoas não exprimem características técnicas e comportamentais uniformemente. Um candidato até pode ser mais apropriado no perfil comportamental, mas não ter as exigências técnicas determinadas.

Por isso, quando se busca um profissional que una os dois atributos, deve-se levar em conta que um dos resultados fornece a combinação com valor maior — e que decidirá qual candidato ficará com a vaga.

Deseja saber mais sobre competências técnicas e comportamentais? Então, acompanhe o nosso post!

O que são competências?

Competência vem do Latim “competere”, que significa aptidão para desempenhar uma tarefa. Sumariamente, ela caracteriza a soma de habilidades, conhecimentos e atitudes de um indivíduo que o tornam qualificado para realizar uma função ou projeto.

Essa análise é essencial para a gestão de pessoas. Uma das primeiras tarefas no recrutamento e seleção de candidatos é a determinação das competências inquiridas pelo cargo. Já no caso dos programas de qualificação, é indispensável que elas sejam avaliadas para determinar os melhores treinamentos futuros.

Quais são as diferenças entre competências técnicas e comportamentais?

A competência técnica é a exigência mínima para atuar em uma determinada função. Essa categoria tem como base o conhecimento obtido na formação profissional e está ligada à função exercida na empresa, assim como ao conhecimento acadêmico e formal que uma pessoa adquire por meio de cursos, faculdade, palestras, treinamentos, livros etc.

Já as competências comportamentais se referem ao nível de adaptação e equilíbrio com que cada profissional se relaciona com o meio em que trabalha. Flexibilidade, organização, comunicação, proatividade, criatividade e foco em resultados são alguns exemplos.

Por que fazer o recrutamento por competências?

Ao compreender as competências necessárias, o selecionador pode realizar uma descrição melhor da vaga, além de divulgar o anúncio por meio de canais específicos e realizar a triagem somente dos candidatos que se enquadram no perfil desejado. Isso colabora para que todo o processo seja concentrado nos indivíduos certos, evitando trabalhos desnecessários e excluindo candidatos que não apresentam um perfil adequado à instituição e ao cargo.

Como avaliá-las nos candidatos?

O primeiro método de avaliação visa identificar o perfil comportamental dos candidatos com relação à vaga, medindo como eles se comportam perante determinadas situações. Para isso, é comumente utilizado um teste chamado DISC, que considera quatro variáveis principais: conformidade, estabilidade, dominância e influência. Cada uma delas pode estar em maior ou menor nível em cada candidato, influenciando o seu modo de agir no dia a dia.

É possível realizar essa análise de forma manual. Para isso, o próprio gestor apura e avalia as respostas extraídas dos profissionais. Outra opção é por meio de softwares específicos, onde o processo é feito de forma automatizada e o administrador consegue acessar os resultados.

Como vimos, é muito importante que o profissional responsável pela seleção entenda as diferenças entre competências técnicas e comportamentais, e que saiba uni-las para encontrar o candidato mais adequado a cada função disponível. Caso isso não aconteça, a empresa poderá ter sérios problemas com o funcionário, como desmotivação, turnover e faltas.

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